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Disse que me Disse | VEJA SÃO PAULO

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Matéria-prima que abastece muita conversa de bar, a fofoca — palavra que hoje pode dizer respeito não só a um mexerico dos mais pesados, mas também a uma inocente conversa informal — é o mote do Disse que me Disse, aberto em junho na Vila Madalena. Para comentar esses “assuntos cotidianos”, grupos de amigos de 20 e 30 e poucos anos povoam sobretudo as mesinhas da varanda e a arquibancada voltadas para a rua (prepare os óculos de sol, se for à tarde), que abastece a galera de assunto. O combustível são os bebes e comes. Como os sócios não são do ramo gastronômico — parte deles comanda festas como Deu samba e Baile do Addam —, chamaram consultores que entendem do assunto. Os drinques, criados por Lula Mascella (Picco), são bem bons. O delicioso rabo de galo sour (R$ 42,00), uma versão mais fresca do clássico paulistano, com cachaça, vermute tinto, Cynar, limão-taiti e bitter, se mostra uma combinação perigosinha, pois é fácil de beber. É melhor que pedir o chope (Brahma, R$ 14,00), servido ali sem um cuidadoso colarinho. O cardápio mastigável, também de toque criativo, foi encomendado ao chef Gustavo Rodrigues, sócio do Lobozó e do Sororoca. Em tamanho micro, a porção de crudo de atum com pimenta fermentada e cebolinha (R$ 39,00) é servida em cima de pururuquinhas de porco (nem sempre crocantes). De ótimo sabor, os pasteizinhos de massa de pão de queijo têm recheio de costela suína desfiada, um ótimo casório (R$ 34,00, quatro unidades), na companhia de vinagrete com repolho. Vale espalhar essa fofoca.

Informações checadas em agosto de 2026.


Fonte: LEIA A NOTÍCIA COMPLETA

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