Além do Threads: 5 vezes em que Zuckerberg ‘se inspirou’ em rivais

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O lançamento da rede social Threads pela Meta, dona do Facebook e do Instagram, chamou atenção pela nada discreta semelhança com o Twitter em interface e funcionamento. É tão parecido que o próprio dono da concorrente, Elon Musk, ameaçou processar a nova competidora por se parecer demais com o app que já é consagrado, apesar de estar em crise.

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Porém, essa não é a primeira vez que a companhia de Mark Zuckerberg “pega emprestado” algo de uma concorrente. Claro que nem tudo pode ser considerado cópia: algumas ferramentas só possuem funções parecidas, algo normal em um mercado competitivo e com tantas alternativas. Em outros casos, é notável a semelhança e o timing.

Em uma audiência de um comitê antitruste em 2020 nos Estados Unidos, Zuckerberg confirmou que o Facebook “certamente adaptou funções que outras empresas conduziram”, mas negou que a estratégia seja uma cópia ou que ele use isso para intimidar rivais menores.

A seguir, conheça ou relembre alguns desses casos, com alguns recursos da Meta virando bem mais populares que a inspiração.

1. Stories

Esse foi caso mais famoso e bem sucedido da lista, ao menos para a Meta. Em 2013, o Snapchat virou um fenômeno ao lançar um formato de postagem temporária, normalmente na vertical em foto ou vídeo, que se apagava sozinho após um tempo e era acompanhado de filtros, textos e Gifs.

Antes mesmo de lançar essa novidade, a startup recebeu uma oferta do Facebook, mas recusou por acreditar que havia espaço para crescimento no mercado. Era verdade, mas a plataforma não contava com o lançamento, três anos depois, dos Stories, postagens no Instagram com o mesmo funcionamento.

Em abril de 2017, os Stories oficialmente ultrapassaram o Snapchat em usuários, enquanto o rival virou um aplicativo de nicho com foco em filtros e realidade aumentada (AR), com pouca base em países como o Brasil.

2. Reels

O Instagram já estava direcionando os esforços para vídeo quando surgiu o TikTok, rede social chinesa que desde 2018 começou a conquistar um público mais jovem que antes ocupava principalmente a plataforma da Meta.

Sem o sucesso esperado do IGTV, um formato de vídeos mais longos, o Instagram lançou em 2020 o Reels. Essa é uma aba de clipes curtos na vertical, para consumo rápido e com base em um aplicativo que se molda aos interesses do usuário — assim como o principal feed do rival.

3. Facebook Namoro

Na onda de serviços como Tinder, OkCupid e similares, a Meta também tentou juntar casais a partir de uma plataforma própria, que funciona como uma aba no Facebook.

Facebook DatingFacebook DatingFonte:  Divulgação/Facebook 

Oficializado em 2019, o serviço foi chamado de Facebook Dating (ou Facebook Namoro no Brasil). Com um perfil separado, você encontra pessoas para um relacionamento com base nos gostos em comum ou que estarão no mesmo evento. Em vez do “Match”, aqui você escolhe uma opção chamada “Tenho interesse” e, se o mesmo acontecer do outro lado, é possível iniciar uma conversa.

4. Meta Verified

A mudança mais radical (e uma das mais controversas) de Elon Musk no Twitter também virou moda na rival. O selo de verificação azul, antes uma forma de confirmar a identidade de celebridades, instituições, jornalistas e outras figuras públicas na plataforma, virou uma forma de gerar receita.

Meta Verified.Meta Verified.Fonte:  Meta 

A remoção do verificado e exclusividade do selo para assinantes do Twitter Blue, que é a versão paga da plataforma, foi oficializada em dezembro de 2022. Já em fevereiro de 2023, veio a Meta Verified, uma modalidade de pagamento que garante o mesmo ícone e a comprovação da veracidade do perfil — algo que antes era feito sem custos para uma quantidade reduzida de usuários.

5. Workplace

Facebook e trabalho não costuma ser uma boa combinação, mas a companhia também entrou nesse segmento de mercado com uma plataforma de organização corporativa e produtividade chamada Workplace.

Além de ser um espaço de chat e divulgação de novidades da empresa, há um feed próprio com compartilhamento de conteúdos por colegas. São muitas as semelhanças com o Slack, que já era bastante conhecido no setor quando o rival saiu, em 2016.

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