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Sara Bareilles relembra turnê com o Maroon 5: ‘Vi cocaína pela primeira vez’ – Rolling Stone Brasil

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A cantora e compositora estadunidense Sara Bareilles conheceu o Maroon 5 durante a faculdade, quando o grupo ainda se chamava “Kara’s Flowers”. Em 2007 quando Bareilles estourou com o single “Love Song que seria indicado ao Grammy de Música do Ano , ela foi convidada para abrir os shows da turnê It Won’t Be Soon Before Long da banda. Segundo ela, foi uma experiência “louca”.

“Meu Deus, foi uma loucura. Vi cocaína pela primeira vez”, relembrou em uma nova entrevista à Rolling Stone. “Fui ao banheiro em uma festa e tinha um pouquinho… isso nem era da banda. Era uma daquelas coisas que a gente faz por aí. E eu pensei: ‘Meu Deus, isso é cocaína!’ Não conseguia acreditar.”

Bareilles esclarece que não usou a substância. “Nunca usei cocaína, pessoal”, insistiu. “Não uso drogas, exceto com terapeutas.”

A cantora voltou à estrada com o Maroon 5 para a turnê Hands All Over em 2011, e conta como ficou impressionada com o fanatismo do público. “Havia literalmente muita gente jogando calcinhas no chão”, contou. “Eu pensei: ‘Achei que isso fosse só um clichê’, mas é real. Elas simplesmente jogam as calcinhas.”

Apesar dos choques, a colaboração com o Maroon 5 mudou a trajetória da carreira de Bareilles. “Aqueles rapazes foram maravilhosos”, disse. “Eles eram como irmãos mais velhos. Levaram a mim e à minha banda em turnê. Nos acolheram. Compartilharam tudo o que tinham. Foi realmente incrível.”

Novo álbum

Após o sucesso de “Love Song“, Bareilles se aventurou na Broadway — estrelando Waitress, em 2015 , para a qual também escreveu a música e a letra — e na televisão, mais conhecida na sitcom Girls5eva.

A cantora ressaltou que a inspiração para o álbum veio dos “episódios depressivos” que sofreu durante a pandemia do Covid-19 devido à morte de dois amigos próximos. “O que eu percebi é que o luto precisa ser testemunhado. É preciso compartilhá-lo. Ele não se cura sozinho”, explicou. “E o reconhecimento que nasce ao dedicarmos tempo para compartilhar, desvendar e simplesmente enxergar o outro em seu luto é o que realmente transforma e transmuta.”

Assista a entrevista completa:

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Fonte: LEIA A NOTÍCIA COMPLETA

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