Passou da metade. MasterChef Brasil chega ao décimo episódio desta temporada, que é exibido nesta terça (28), às 22h30, na tela da Band. Mais uma vez com uma convidada musical.
O reality, ou show de talentos como preferem muitos, recebe a cantora soteropolitana Gilmelândia, ex-participante da edição de Celebridades. A Gil, que antes de seguir carreira solo foi vocalista da Banda Beijo, de 1998 a 2001, e gravou sucessos como Maionese e Chegou o Verão, vem integrar um dos times e outra vez fica na mira do júri composto por Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça.
O tema é a culinária de três países da América Latina: Uruguai, Peru e Chile. Cabe aos competidores, divididos em três equipes de quatro integrantes, montar uma mesa com receitas típicas. O tempo, como de costume, é apertado: 1h30.
Os grupos recebem um recurso extra que pode tanto ajudar quanto dificultar: um livro com a história e curiosidades das receitas que deverão reproduzir. Spoiler: são apenas 3 minutos para ler e memorizar as receitas.
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Campeã da última prova no programa anterior, Gabriela é eleita a capitã de um dos times. Ela seleciona Nuri para trabalhar com ela alegando que os dois estão passando por situações parecidas, além de ele ter muita técnica.
São histórias delicadas. “Estamos muito ligados por conta de situações parecidas. Nossos pais estão internados”, explica ela. “Meu pai está internado em estado terminal com câncer. Ele não me avisou por causa do MasterChef e eu só soube quando ele estava em cirurgia e voltou intubado, bem fraquinho”, explicou o competidor.
É Gabriela quem escolhe Aline como líder de um dos outros grupos. A influenciadora, de maneira estratégica, acredita que a rival não costuma se dar bem neste posto. Fama de brigona Aline tem.
O trio que sobrou, ou seja, não foi escolhido pelos colegas, é formado por Carla, Everaldo e Patric. Gilmelândia é o reforço que vai se juntar a eles e ajudar no preparo dos pratos.
Mais spoilers: nos minutos finais, os times se desesperam. O time que tem Taís como líder descobre que a torta que fizeram está toda quebrada e ao tentar transferi-la, ela se desmancha. “Corta ela e arruma, faz alguma coisa”, esbraveja Fogaça.
Faltando cinco minutos para a entrega, nenhum dos times concluiu a preparação da mesa de serviço das receitas. É a eterna corrida contra o tempo do game.
Para quem ainda não conhece o prato, o locro é cozido típico da região dos Andes, muito apreciado na Argentina – em São Paulo a receita pode ser apreciada no Martín Fierro, de Ana Maria Massochi em datas especiais como 1º de maio, Dia Internacional do Trabalho, no dia 25 de maio, quando se celebra a Revolução de Maio, e no 9 de julho, data em que se comemora a independência da Espanha.
A proposta é que os cozinheiros amadores façam uma releitura da receita. Ou seja, é para usar o prato como inspiração. Mas três ingredientes são obrigatórios (outro spoiler de leve): feijão, milho e abóbora.
O tempo de 1h15 é apertado para uma prova em que se pede técnica e criatividade – o que costuma complicar a vida dos participantes. Alguém se despede, reduzindo a disputa a dez finalistas.
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