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Farinha Padaria | VEJA SÃO PAULO

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Depois de trabalhar por cinco anos como cozinheira em diferentes restaurantes, Raquel Leal avançou para o mundo da farinha e da fermentação ainda em 2020. Como muitas outras pessoas, ela, que tem formação original em Publicidade, começou a fazer pão durante a pandemia. O que a princípio seria um hobby virou negócio dois anos depois com a abertura da primeira versão da Farinha Padaria, inicialmente no bar Bandeira Bandeira, na Barra Funda. As primeiras fornadas eram assadas na pequena cozinha nos fundos do boteco e ficavam expostas em uma vitrine no salão. Em janeiro deste ano, Raquel inaugurou oficialmente a primeira loja própria, quase colada ao botequim. Em um ambiente simples, montado com a ajuda da esposa e sócia Mikhaila Copello, arquiteta responsável pelo projeto e pela obra, há mesinhas distribuídas pelo salão e pela calçada, nas quais a clientela pode saborear opções como o queijo quente (R$ 24,00). Feito no macio shokupan, o pão de leite japonês, leva recheio de queijo prato com cebola caramelada, ciboulette e mostarda ancienne feita na casa, resultando em uma agradável mistura entre salgado e toque adocicado. Da seção de doces, revelou leveza a rabanada (R$ 33,00) de brioche coberta por compota de frutas amarelas (manga e maracujá) ao lado de chantili — esta versão, infelizmente, saiu do cardápio e há apenas a com frutas vermelhas. Para acompanhar ou apenas tomar sozinhos, os cafés de qualidade, como o coado na V60 (R$ 19,00) com grãos mineiros fornecidos pela Tocaya. Para abastecer a despensa doméstica, pode-se escolher alguns dos pães expostos em prateleiras. Um deles é o brioche (R$ 29,00), macio e amanteigado na medida.

Informações checadas em julho de 2026. 


Fonte: LEIA A NOTÍCIA COMPLETA

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