A Sony encerrou o State of Play desta terça, 2, com a revelação mais aguardada da noite: God of War: Laufey, novo capítulo da franquia que coloca Faye, a esposa de Kratos na saga nórdico, como protagonista pela primeira vez. Para apresentar o título, o estúdio divulgou mais de 20 minutos de gameplay mostrando Faye em combate contra divindades de outras mitologias, identificadas como Sekhmet e Begtse, possivelmente das mitologias egípcia e chinesa. Deborah Ann Woll, que já interpretou o personagem em God of War Ragnarök, retorna como protagonista.
A premissa parte de um ponto incomum para a franquia: Faye desperta inesperadamente num reino estranho após seu próprio funeral. O cenário principal é o Todo-Tempo, um reino transcendente onde deuses de diferentes mitologias coexistem, nem sempre de forma pacífica. Ao perceber que os planos que havia traçado para proteger Kratos e Atreus estão em risco, ela precisa lutar nesse além-vida para salvar quem ama. “Faye sempre foi uma guerreira formidável em nossa história. Uma de nossas principais prioridades foi criar uma experiência de jogo única para ela, que também atenda às altas expectativas dos fãs da série”, afirmou o estúdio em comunicado.
Faye não percorre o Todo-Tempo sozinha. Logo ao despertar, ela encontra dois companheiros: Phranque, um cubo cósmico de personalidade séria interpretado por Jack Quaid, conhecido por seu papel como Hughie em The Boys, e Rue, interpretada por Perlina Lau, guardiã de uma espada de poder devastador. Ao ganhar a confiança de Rue, Faye passa a empunhar a arma em combate. Os três enfrentarão juntos deuses e criaturas de diversas mitologias, além de seres nativos do próprio reino.
Um dos destaques do gameplay é o sistema da Mão Dourada dos Jötnar, habilidade exclusiva de Faye que guarda semelhanças com o Sistema Nemesis de Shadow of War (2017). Com ela, Faye pode golpear inimigos com tal força que separa a alma do corpo do adversário. A partir daí, o jogador pode atacar a alma diretamente, arremessá-la contra outros inimigos e encadear combos criativos. O estúdio afirma que o sistema foi projetado para oferecer liberdade criativa durante o combate, combinando “o movimento e a fluidez da era grega com a abordagem da era nórdica à construção de mundos”.
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