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Pesadelo na Cozinha: Jacquin visita restaurante sujo e que dá choque em BH | Blog do Lorençato

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Pela segunda vez, a equipe de Pesadelo na Cozinha deixa São Paulo para fazer uma grande viagem. O destino é Belo Horizonte, onde Erick Jacquin encontra o caos no Café Cultura Bar, endereço concorrido no centro da capital mineira. A fama não é por acaso. O restaurante pertence ao ex-jogador de futebol Rafael Leite.

O sétimo episódio da temporada, que vai ao ar nesta sexta (3), às 20h40, na plataforma de streaming HBO Max e no canal por assinatura Discovery Home & Health e na tela da Band e no aplicativo Bandplay na terça (7), está cercado de polêmica.

Sempre que terminam as gravações de cinco dias em cada restaurante, o reality entrega o estabelecimento com uma pequena reforma de ambiente e cardápio. No caso do Café Cultura Bar houve uma grita geral, um quiproquó daqueles, na época das gravações, porque a fachada do prédio ganhou uma nova pintura. O motivo seria o tombamento do imóvel. “Na verdade, foi um problema que já tinha solução. Não é tombado, é um prédio histórico”, afirmou o diretor Gabriel Hein na matéria que fiz antes da estreia.

O que o chef franco-brasileiro vai encontrar pela frente não é moleza. Há uma precariedade nas instalações elétricas e hidráulicas, todas expostas e feitas pelo próprio dono. Não raro, um dos colaboradores toma um choque. Embora Jacquin sugira mudanças, o proprietário é orgulhoso de sua arte. “Tudo aqui fui eu que fiz”, diz.

A primeira impressão que Jacquin tem ao chegar ao restaurante não é nada boa. “Meu Deus do céu. O negócio aqui é rústico. Parece antiguidade”, afirma. “Se isso aqui já foi organizado e limpo, já deve fazer 20 anos.”

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Cozinha sem ordem: a bagunça salta aos olhos (Caio Mvwaves/Band/Divulgação)

O diagnóstico da estrela de Pesadelo na Cozinha não é nada fácil para Rafael engolir: “O seu restaurante fede, é imundo e horrível. Você não respeita as pessoas que trabalham aqui. É a vergonha da profissão”, dispara o chef, que não perde tempo em usar seu famoso bordão.

Para provar que seu ponto de vista está correto, Jacquin convida um cliente que pediu fígado para acompanhar como é preparado o prato. A boqueta, lugar onde as receitas prontas são expedidas para o salão, fica perto do chão, o que força os cozinheiros a se agacharem com a comida num ambiente ornamentado pela sujeira.

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Os problemas se multiplicam porque a comunicação do salão com a cozinha é dureza, já que muitas vezes é impossível entender o que está escrito nas comandas. Alvo de muitos choques ao ligar o fogão e a fritadeira, a cozinheira Simone queixa-se de falta de coordenação na equipe, que se treta com frequência.

Problema número 1: sujeira por todo lado (Caio Mvwaves/Band/Divulgação)

Para piorar a tensão, todos sofrem com os efeitos da fumaça e do calor, causados pela coifa que não funciona. “Isso aqui é um lixo, não é uma cozinha. Vocês não se respeitam, gente”, detona Jacquin.

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Não são só os clientes que visitam o restaurante. As baratas são assíduas por lá, e Jacquin é testemunha.

Neste episódio, o chef recebe a visita de um personagem célebre na capital mineira. Ele convida o jornalista gastronômico mineiro Daniel Neto, o Nenel, para almoçar no restaurante e dar sua opinião sobre a comida. Quem assistir verá o que Nenel achou.

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Fonte: LEIA A NOTÍCIA COMPLETA

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