StreamEastStreamEastStreamEastizmit escortmardin escortkayseri escort samsaksocu sam videosu izlesarım escort @samalex34 anal yapıyor@samalex34 escort calıstırıyorkulisbetkulisbet girişkulisbet güncel girişmasterbettingmasterbetting girişmasterbetting güncel girişbetkolikbetkolik girişbetkolik güncel girişbetlikebetlike girişbetlike güncel girişrestbetpulibetrinabetrestbet girişpulibet girişrinabet girişrestbetrestbet güncel girişrestbet girişperabetperabet girişperabet güncel girişinterbahisinterbahis girişinterbahis güncel girişelexbetelexbet girişelexbet güncel girişklasbahisklasbahis girişklasbahis güncel girişlimanbetlimanbet girişlimanbet güncel girişrestbetrestbet girişrestbet güncel girişStreameasthazbetrinabetbahiscasinokulisbetpadişahbetyakabetkulisbetpadişahbetbahiscasinobetoviswbahiswinxbetprizmabetlordbahisbetkolikbetpasklasbetpulibetrestbetperabet

Está mais estressado e ansioso? Pode ser síndrome do Ano Novo

Nine

O ano está chegando ao fim e, com isso, a mente se preenche com pendências que precisam ser resolvidas, expectativas para o próximo ano e reflexões sobre tudo o que aconteceu ao longo dos últimos 12 meses. Tudo isso pode trazer um peso emocional, sensação de cansaço e estresse, caracterizando o que especialistas chamam de “Síndrome de Ano Novo“.

De acordo com a psicóloga Luanna Cunha, esse é um termo popular para descrever o aumento da ansiedade, do estresse e da angústia emocional que algumas pessoas experimentam no fim do ano.

31% dos trabalhadores brasileiros não cuidam da saúde mental, diz estudo Está estressado? Bebida feita com cacau pode ajudar, diz estudo Ansiedade: como exercício físico pode ajudar a combatê-la

“No consultório, é comum ouvir relatos como: ‘Parece que não fiz nada o ano todo’ ou ‘Estou exausta, mas ainda preciso dar conta de tudo’. Essa síndrome se caracteriza por sentimentos de inadequação, preocupação com metas não alcançadas, exaustão física e mental, além da pressão social em torno das festas e celebrações”, afirma Cunha.

A “síndrome do Ano Novo” não é uma categoria clínica formal, mas reflete um conjunto de sentimentos e comportamentos recorrentes associados ao encerramento de um ciclo e ao início de outro, conforme aponta a psicanalista Renata Bento.

“Este fenômeno pode ser entendido como uma expressão psicológica e social das expectativas, angústias e projeções que acompanham o marco simbólico da virada do ano, que surgem tanto no âmbito pessoal quanto profissional”, acrescenta.

De acordo com as especialistas, a síndrome é caracterizada pelos seguintes sentimentos:

Angústia existencial e sensação de inadequação;Idealização do recomeço, ligado ao Ano Novo;Melancolia e luto não elaborado, com memórias de perdas, desapontamentos e lutos não trabalhados sendo reavivados pelo fim do ano;Polaridade entre euforia e desânimo;Projeção e fantasia em relação ao novo ano;Sensação de cobrança excessiva;Reflexões negativas sobre o que não foi alcançado durante o ano;Preocupação com as festividades;Exaustão emocional e física acumulada ao longo do ano.Quais são as causas e os fatores comuns que levam a essa síndrome?

Segundo as especialistas, uma combinação de fatores psicológicos, sociais e culturais podem levar à “síndrome do Ano Novo”. É o caso da expectativa e pressão social para cumprir promessas para o próximo ano, como emagrecer, viajar ou melhorar o desempenho profissional.

“Isso cria uma pressão de ser ‘perfeito’ ou alcançar resultados rápidos, o que é muitas vezes irrealista”, alerta Bento. As próprias festas de fim de ano também podem gerar estresse, expectativa e idealizações, de acordo com a psicanalista.

“Podem surgir questionamentos subjetivos em confronto com o tempo, isto é, a virada do ano convida à reflexão sobre a passagem do tempo e a finitude, como, por exemplo: será que esse é o último Natal em família? Ou ainda terei tempo de realizar meus sonhos?”, exemplifica. “Esses questionamentos podem evocar crises existenciais, culpas, arrependimentos, idealização de futuro. É um momento onde as emoções estão mais à flor da pele, e as pessoas podem ficar mais fragilizadas emocionalmente”, completa.

Além disso, de acordo com Cunha, a sensação de sobrecarga no final do ano pode ser alimentada por fatores como cobrança excessiva, necessidade de atender às expectativas pessoais e sociais, e pelo acúmulo de demandas ao longo do ano.

“Metas irreais, reflexões sobre o que não foi concluído, e o volume de compromissos típicos do fim de ano criam uma combinação desafiadora. Além disso, questões financeiras e a comparação constante nas redes sociais podem amplificar a sensação de insuficiência. Muitas vezes, é o ‘dar conta de tudo’ que esgota nossas forças”, afirma a psicóloga.

Na visão das especialistas, essa cobrança excessiva e idealização que leva, posteriormente, à frustração são reflexos do estilo de vida moderno, caracterizado pela alta produtividade, alta conectividade e pela cultura do consumo e comparação social.

“O excesso de informações e a comparação nas redes sociais criam a ilusão de que todos estão mais realizados do que nós. Tudo isso aumenta a sensação de inadequação. E sim, o estilo de vida moderno, com agendas cheias e pouco tempo para autocuidado, potencializa esse ciclo de estresse e cobrança”, afirma Cunha.

Como aliviar essas sensações?

Para passar por um fim de ano mais tranquilo e leve, é preciso tomar algumas medidas contra o estresse e a ansiedade geradas pela época. Um primeiro passo importante nesse processo é tentar ser mais gentil consigo mesmo.

“É importante aceitar que não há perfeição. Evite se cobrar por falhas ou aspectos não cumpridos, e reconheça o que já foi alcançado”, orienta Bento. “Ser gentil e respeitoso consigo mesmo é um bom início de relacionamento. Se sentir que não está no “espírito de festa”, busque não se culpar. Lembre-se de que é normal não estar sempre alegre, especialmente em momentos de estresse. A auto-observação é um exercício eficiente que ajuda a estabelecer os limites internos e externos”, completa.

Nesse sentido, além de reservar um tempo para cuidar de si mesma, também é fundamental tomar medidas práticas, como reavaliar expectativas, estabelecer prioridades e buscar apoio, seja de amigos ou de profissionais de saúde mental, como psicólogos, psicanalistas e psiquiatras, se necessário.

“Lembre-se: não há problema em buscar apoio. Falar sobre o que está sentindo com alguém de confiança ou com um profissional de saúde mental pode fazer toda a diferença”, afirma Cunha.

Algumas atividades também podem ajudar a aliviar o estresse e a ansiedade relacionada à “síndrome do Ano Novo”, como:

Praticar mindfulness e meditação, para reduzir a ansiedade e aumentar a clareza mental;Planejar as metas para o próximo ano, focando em objetivos alcançáveis e positivos;Criar uma conexão social positiva, participando de encontros com pessoas que proporcionam apoio emocional;Praticar atividades físicas, como caminhadas, iogas, esportes diversos e musculação, para liberar endorfina e promover bem-estar;Reduzir o consumo de redes sociais, para limitar comparações e evitar exposição excessiva a conteúdos idealizados;Praticar a escrita terapêutica, registrando pensamentos e sentimentos para aliviar a angústia.

Ansiedade: como exercício físico pode ajudar a combatê-la

Fonte: CNN

Compartilhe esta história
Deixe um comentário

Apoios

50 Receitas Fitness

Curso de Massagem