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Crítica: Yug Sushi tem uma degustação boa e barata no menu | Blog do Lorençato

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Entre os bares do chef Thiago Maeda e do bartender Thiago Pereira na Rua Jesuíno Pascoal — a dupla tem por lá o boteco Bagaceira, o asiático Koya88 e a pizzaria Krozta dentro da Cervejaria Central —, veio se somar o restaurante Yug Sushi, aberto no finzinho de novembro e, oficialmente, inaugurado em janeiro.

Thiago Maeda, sócio do Yug Sushi: opção de culiária japonesa boa e barata (Ligia Skowronsk/Veja SP)

Craque em cozinha japonesa, Maeda faz bonito com três seleções de sushis, uma delas por um preço que está entre os mais em conta da cidade, se não for o mais barato de todos.

Aliás, uma opção para quem quer se iniciar nessa culinária oriental e fugir do horror que é a maioria dos rodízios dessa especialidade em São Paulo.

A sequência intitulada hikari — luminosa, em uma das possíveis traduções, e a razoáveis R$ 138,00 — começa com um tataki, composto de carapau rapidamente selado em fogo para manter o interior cru e fatiado, de sabor amanteigado de tão rico em gordura, mergulhado em ponzu da casa com yuzu, ameixa umê e folhas de shissô, molho que, de tão bom, faz a pedida se agigantar.

Os peixes podem variar. Torça para encontrar o sashimi de olho-de-boi sedoso. De aperitivo, tem ainda edamame ou soja verde besuntada em uma mistura densa e picante de shoyu, molho de ostra, mel e pimenta sambal oelek, típica da Indonésia, e a berinjela frita mergulhada em caldo de peixe, o dashi, com shoyu.

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Yug Sushi: negui toro, o enrolado de atum batido (Ligia Skowronsk/Veja SP)

Fãs de Instagram, não demorem muito com fotos para aproveitar o enrolado de atum batido, o negui toro. Só assim é possível apreciar esse sushi sem a alga ficar molenga.

Dividem o mesmo prato quatro makimonos de atum e cinco niguiris cobertos por linguado, atum, carapau, serra e olho-de-boi, sempre sujeitos a variações e sem salmão por opção minha.

Yug Sushi: makimonos de atum (Ligia Skowronsk/Veja SP)

Na segunda visita, o arroz estava com o cozimento perfeito, mas ficaria ainda melhor com leve reforço de tempero, em especial os benefícios do vinagre do mesmo grão. A sequência é suficiente para um paladar.

Embora não precise, dá ainda para saborear beliscos autorais. Três exemplos: mexilhão no missô com vinagre de jerez (R$ 65,00), sardinha glaceada ao molho de enguia e pimenta sanshô sobre crispy de arroz (R$ 34,00) e um miúdo tentador, o fígado de galinha com alho frito e alho oriental nirá (R$ 48,00), o reba nirá.

Yaki purin: pudim asiático com textura de uma ambrosia valorizado com caramelo de shoyu (Ligia Skowronsk/Veja SP)
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Avaliação: BOM

 

 

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Publicado em VEJA São Paulo de 3 de abril de 2026, edição nº 2989.

 

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