StreamEastStreamEastStreamEastizmit escortmardin escortstreameastkiralık hackermarmaris escort@samalex34 escort calıstırıyorkulisbetkulisbet girişkulisbet güncel girişmasterbettingmasterbetting girişmasterbetting güncel girişbetkolikbetkolik girişbetkolik güncel girişbetlikebetlike girişbetlike güncel girişrestbetpulibetrinabetrestbet girişpulibet girişrinabet girişrestbetrestbet güncel girişrestbet girişperabetperabet girişperabet güncel girişinterbahisinterbahis girişinterbahis güncel girişelexbetelexbet girişelexbet güncel girişklasbahisklasbahis girişklasbahis güncel girişlimanbetlimanbet girişlimanbet güncel girişrestbetrestbet girişrestbet güncel girişStreameastbetovisklasbetpulibetrestbetperabetrestbetlimanbetnetbahisroketbetmasterbettingwbahisbahiscasinoyakabetrinabetkulisbetmasterbettingkulisbetbahiscasinoyakabetqueenbetqueenbet girişqueenbet güncel girişrestbetrestbet girişperabetperabet girişelexbetelexbet girişklasbahisklasbahis girişklasbahis güncel giriş

Covid: 4 coisas que aprendemos após 4 anos do início da pandemia

Nine

Há exatos quatro anos, no dia 11 de março de 2020, a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarava a pandemia de Covid-19. Desde então, a doença acumulou mais de 38 milhões de casos e levou mais de 700 mil pessoas a óbito no Brasil, segundo dados do SUS (Sistema Único de Saúde). No mundo, a estimativa era de cerca de 20 milhões de pessoas haviam morrido no mundo até 2023, segundo a OMS.

Na época, o vírus era desconhecido: não havia vacina contra ele, os conhecimentos eram rasos e não existiam tratamentos específicos. Atualmente, a situação é outra. Diferentes vacinas estão disponíveis, já são conhecidas diversas mutações do vírus e antivirais já foram desenvolvidos para combater a infecção.

A seguir, a CNN traz um complicado de 4 aprendizados que os quatro anos após o início da pandemia de Covid-19 trouxeram para a população no geral. Confira:

1. É fundamental manter a vacinação atualizada

A primeira vacina aplicada no Brasil contra a Covid-19 foi a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela Sinovac, no dia 17 de janeiro de 2021, mesma data em que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso emergencial do imunizante.

Desde então, outros imunizantes foram aprovados para uso no Brasil, como a vacina da AstraZeneca/Fiocruz/Oxford, a Cominarty, da Pfizer/BioNTech, e a vacina da Janssen/Johnson & Johnson. A maioria, com exceção da Janssen, funciona no esquema de duas doses, sendo recomendadas doses de reforço com as vacinas atualizadas.

A vacina bivalente, da Pfizer, é fundamental para proteger também contra a cepa Ômicron. Além disso, no ano passado, a Anvisa aprovou a atualização da vacina monovalente para proteção contra a variante XBB 1.15. Em março deste ano, a agência também autorizou o registro da Spikevax monovalente, da Adium, representante da farmacêutica Moderna no Brasil, outra opção de proteção para a variante recente.

Estudos recentes mostram que é fundamental manter a vacinação atualizada, com todas as doses aplicadas — incluindo as de reforço –, para se manter protegido contra quadros graves da Covid-19. Segundo pesquisadores, pessoas que receberam vacinas atualizadas contra o vírus tinham menos probabilidade de serem hospitalizadas em comparação com quem não foi vacinado com doses atuais.

2. Máscaras e outras formas de prevenção realmente são eficazes

Quando ainda não existiam vacinas contra a Covid-19, a principal forma de prevenir a infecção pelo vírus era usando máscaras e evitando aglomerações. Um estudo publicado na PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences) mostrou que, mesmo a três metros de distância, uma pessoa não vacinada contra o coronavírus e sem máscara pode se infectar em menos de cinco minutos ao inalar partículas expelidas pela respiração de alguém contaminado.

O mesmo estudo mostrou que, se ambas as pessoas estivessem usando máscaras bem ajustadas ao rosto, a chance de contato em até 20 minutos seria de apenas 0,1%, no caso das máscaras padrão PFF2. Em relação às máscaras cirúrgicas, mais simples, a chance de contágio seria de 10%.

Mas, além das máscaras, outras formas de proteção também se mostraram eficazes. De acordo com pesquisadores da University of Michigan, dos Estados Unidos, manter a ventilação e filtração do ar em ambientes fechados também é fundamental. Isso porque os vírus que causam Covid-19 — e outras infecções respiratórias, como gripe e bronquiolite — permanecem suspensos no ar por horas.

Ao abrir janelas, ligar ventiladores, filtrar o ar de aparelhos como ar-condicionado, é possível fazer o ar ventilar e reduzir a quantidade de vírus presentes no ambiente.

3. Testes devem ser feitos no momento certo

Os testes para Covid-19 são a principal forma de detectar a infecção. Atualmente, existem quatro tipos de teste, sendo que um deles pode ser feito pelo próprio paciente.

Apesar de possuírem alta eficácia na detecção do vírus, é preciso saber fazê-los no momento certo para evitar casos de “falso negativo” — quando o resultado do exame não detecta o vírus, apesar de o paciente estar infectado.

O tempo ideal para detectar a Covid-19 pode variar de acordo com o tipo de teste. O teste rápido e o autoteste, por exemplo, devem ser feitos no 1º e 7º dia do início dos sintomas. O RT-PCR pode ser feito até o 8º dia de sintomas, enquanto o teste de sorologia deve ser feito a partir do 21º dia dos sintomas, para saber se uma pessoa teve Covid-19 previamente.

4. Sequelas podem durar por muito tempo

Segundo um estudo desenvolvido por pesquisadores da UFPel (Universidade Federal de Pelotas) e da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), três em cada quatro infectados pelo coronavírus desenvolveram Covid longa.

A condição é caracterizada pela ocorrência de sintomas persistentes da doença depois de três meses da contaminação, como dor de cabeça, fadiga, perda de olfato e paladar, tosse, queda de cabelo e complicações neurológicas.

Um outro estudo, realizado por pesquisadores alemães, detectou mudanças no cérebro de pessoas que tiveram Covid longa, o que pode estar relacionado a sintomas como fadiga, problemas cognitivos e perda olfato.

Uma outra pesquisa, publicada na Nature Medicine em 2023, mostrou que a condição pode incapacitar mais do que doenças cardíacas ou câncer. Segundo o trabalho, a Covid longa gerou mais de 80 anos de vida ajustados por incapacidade, ou seja, anos de vida saudável perdidos devido à doença.

Por fim, dados de um estudo realizado na Espanha, em 2022, mostrou que quase 60% dos pacientes que foram hospitalizados e 67,5% daqueles que não estiveram internados relataram pelo menos um sintoma da Covid-19 dois anos após a infecção.

Fonte: CNN

Compartilhe esta história
Deixe um comentário

Apoios

50 Receitas Fitness

Curso de Massagem